Lua se descobriu artista durante o período em que vendia peixe no bairro de Água Fria. Hoje, faz arte das serras que não a deixavam manusear na peixaria, bem como de um serrote, punhais, arame farpado, foice, agulhas e lâminas, sejam de barbear ou de tarô.
Estive ao léu conversando com ela na exposição O Que Me Faz Partir, ouvindo e aprendendo sobre cada uma dessas obras, sobre sua trajetória, sobre suas intuições, intenções, inspirações.














Adorei os cortes. Do filme, da exposição, das falas. O vermelho que entrecortava a exposição e o pescoço da artista. A sinceridade em cada depoimento. Que bom que ela costurou tantas lâminas nessa exposição, nessa linha do tempo dela, que instiga nossa continuidade criativa. Viva a lua ao léo.❤️